Relatório Técnico | Fonte: Plataforma EmpresAqui Período: 01/01/2026 a 31/03/2026
O cenário do empreendedorismo brasileiro no início de 2026 é marcado por um volume massivo de novos CNPJs, forte presença do setor logístico e uma dominância absoluta de micro-negócios. Ao todo, foram 1.638.996 empresas abertas, com um saldo de sobrevivência inicial de 93,93%.
Panorama geral do 1º trimestre de 2026
O 1º trimestre de 2026 registrou 1.539.538 empresas abertas no Brasil que permaneciam ativas na data-base do relatório.
A distribuição mensal observada no painel indica forte ritmo de criação de CNPJs ao longo de todo o período, com 515.165 aberturas em janeiro, 481.171 em fevereiro e 543.202 em março, o que mostra retomada do crescimento no encerramento do trimestre.

Empresas ativas abertas por mês no primeiro trimestre de 2026. Fonte: Plataforma EmpresAqui
Quando cruzamos esse volume com as empresas baixadas no período, identificamos 99.458 empresas abertas no mesmo período que já haviam sido baixadas até a data de extração.
Isso leva a um universo total de 1.638.996 empresas abertas no 1º trimestre, considerando ativas e baixadas em conjunto.
A partir desse cruzamento, temos dois indicadores principais:
- Taxa de empresas que permaneciam ativas: 93,93%
- Taxa de empresas baixadas: 6,07%
| Indicador | Quantidade | Percentual |
| Empresas ativas | 1.539.538 | 93,93% |
| Empresas baixadas | 99.458 | 6,07% |
| Total de empresas abertas | 1.638.996 | 100% |
Legenda: Distribuição geral das empresas abertas no período. Fonte: Plataforma EmpresAqui.
O dado de empresas baixadas representa empresas abertas há pouco tempo e observadas ainda dentro de uma janela curta de maturação.
Portanto, a taxa de encerramento medida agora não representa a mortalidade final dessa coorte, mas sim um retrato inicial do comportamento de sobrevivência empresarial.
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O trimestre foi marcado por volume elevado e forte capilaridade nacional
O volume de aberturas foi nacionalmente distribuído, mas com forte concentração em alguns estados. São Paulo liderou com 448.372 empresas abertas e ativas, seguido por Minas Gerais (162.473), Rio de Janeiro (121.998), Paraná (109.929) e Santa Catarina (92.088).
Na sequência aparecem Rio Grande do Sul (88.862), Bahia (66.512), Goiás (65.362), Pernambuco (43.883), Ceará (42.537), Mato Grosso (36.353) e Espírito Santo (34.160).

Distribuição de empresas abertas ativas no primeiro trimestre de 2026 por estado. Fonte: Plataforma EmpresAqui
| Estado | Empresas abertas e ativas |
| São Paulo | 448.372 |
| Minas Gerais | 162.473 |
| Rio de Janeiro | 121.998 |
| Paraná | 109.929 |
| Santa Catarina | 92.088 |
| Rio Grande do Sul | 88.862 |
| Bahia | 66.512 |
| Goiás | 65.362 |
| Pernambuco | 43.883 |
| Ceará | 42.537 |
Legenda: Estados com maior volume de abertura. Fonte: Plataforma EmpresAqui.
Esse desenho mostra dois vetores simultâneos:
- concentração expressiva no eixo Sudeste-Sul, especialmente em São Paulo;
- presença de polos relevantes também no Centro-Oeste e Nordeste, indicando crescimento menos concentrado do que em ciclos anteriores.
No recorte municipal, o destaque absoluto foi São Paulo/SP, com 143.822 empresas abertas e ativas, muito acima de Rio de Janeiro/RJ (52.310), Brasília/DF (30.217), Belo Horizonte/MG (29.008) e Curitiba/PR (26.144).
Isso reforça a centralidade dos grandes centros urbanos no volume bruto de novas empresas.
Essa distribuição não se afasta da estatística geral de empresas ativas atualmente.
Nos dados atualizados mensalmente do nosso infográfico de empresas, é possível observar a predominância desses mesmos estados.

Ranking de estados com empresas ativas no Brasil. Fonte: Infográfico EmpresAqui
São Paulo com 8,75 Milhões de empresas ativas, seguidos de MG (2,98 Milhões) e RJ (2,39 Milhões).
A densidade de abertura mostra oportunidades além dos maiores mercados
Se no volume bruto São Paulo domina, na densidade por 10 mil habitantes o mapa muda. Os municípios com maior concentração relativa de novas empresas no trimestre foram:
- Itajaí/SC: 217,42 por 10 mil habitantes
- Palhoça/SC: 196,39 por 10 mil habitantes
- Sinop/MT: 185,96 por 10 mil habitantes
- Balneário Camboriú/SC: 184,62 por 10 mil habitantes
- Florianópolis/SC: 177,24 por 10 mil habitantes
- Barueri/SP: 172,93 por 10 mil habitantes
- São José/SC: 166,41 por 10 mil habitantes
Essa leitura é relevante porque o maior volume absoluto nem sempre coincide com a maior intensidade empreendedora.
Para estratégias de expansão comercial, esse tipo de indicador ajuda a identificar cidades onde o mercado pode ser menor em tamanho absoluto, mas mais dinâmico em renovação empresarial e abertura recente.
Segmentos que mais abriram empresas no Brasil
Os dados do painel mostram que o trimestre foi puxado por uma combinação de serviços leves, atividades operacionais, comércio e logística. Entre os segmentos CNAEs com mais empresas abertas e ativas no período, os destaques foram:
| Segmento (CNAE) | Empresas abertas |
| Promoção de vendas | 76.722 |
| Serviços administrativos | 67.329 |
| Serviços de malote | 57.671 |
| Cabeleireiros, manicure e pedicure | 51.883 |
| Transporte de carga municipal | 50.054 |
| Transporte de carga intermunicipal | 37.825 |
| Obras de alvenaria | 36.712 |
| Entrega rápida | 32.114 |
Legenda: Principais CNAEs por volume de abertura. Fonte: Plataforma EmpresAqui.
Alguns pontos merecem destaque técnico:
- o peso da logística é muito expressivo, com três CNAEs entre os dez maiores do trimestre, dados já observados na nossa pesquisa sobre empresas de logística no Brasil;
- os segmentos líderes têm, em sua maioria, barreira de entrada relativamente baixa, forte presença de profissionais autônomos ou microempresas e alta capacidade de formalização rápida;
- a lista combina tanto atividades voltadas ao consumo final quanto atividades de apoio operacional e serviços para empresas.
Comparação com segmentos mais utilizados pelo total de empresas ativas do Brasil
Mesmo com esses setores em forte crescimento, o mapa do Brasil em relação ao total de empresas ativas por segmento ainda é outro:
- Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios: 1 Milhão de empresas
- Cabeleireiros, manicures e pedicures: 967,6 Mil empresas
- Promoção de Vendas: 831,4 Mil empresas
- Preparação de documentos: 653,4 Mil empresas
- Obras de alvenaria: 640,9 Mil empresas
- Transporte rodoviário de carga exceto produtos perigosos e mudança municipal: 502 Mil empresas
- Lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares: 491,2 Mil empresas
- Comércio varejista de mercadorias em geral com predominância de produtos alimentícios: 477,5 Mil empresas
- Transporte rodoviário de carga exceto produtos perigosos e mudança intermunicipal, interestadual e internacional: 463,5 Mil empresas
- Restaurantes e similares: 428,1 Mil empresas

Distribuição de empresas totais ativas por segmento CNAE. Fonte: Infográfico EmpresAqui
Segmentos que mais fecharam dentro da mesma coorte
Na planilha de baixadas, os segmentos com maior número absoluto de encerramentos entre empresas abertas no 1º trimestre de 2026 foram:
- Serviços de malote não realizados pelo Correio Nacional: 11.005
- Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e mudanças, municipal: 6.514
- Promoção de vendas: 5.691
- Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e mudanças, intermunicipal, interestadual e internacional: 4.266
- Serviços de entrega rápida: 3.796
- Serviço de transporte de passageiros – locação de automóveis com motorista: 3.538
- Preparação de documentos e serviços especializados de apoio administrativo não especificados anteriormente: 3.402
- Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios: 2.853
- Cabeleireiros, manicure e pedicure: 2.818
- Outras atividades de ensino não especificadas anteriormente: 2.065
| Segmento | Empresas baixadas |
| Serviços de malote | 11.005 |
| Transporte de carga municipal | 6.514 |
| Promoção de vendas | 5.691 |
| Transporte de carga intermunicipal | 4.266 |
| Entrega rápida | 3.796 |
Legenda: Volume de encerramentos por segmento. Fonte: Plataforma EmpresAqui.
O dado absoluto de fechamento precisa ser lido ao lado do dado de abertura. Segmentos que mais abrem tendem a produzir também mais encerramentos em volume. A análise mais útil está na taxa relativa dentro de cada segmento.
Quais segmentos parecem mais estáveis e quais parecem mais frágeis: proporção de empresas baixadas
Cruzando os dados das empresas ativas e baixadas, é possível estimar a taxa inicial de encerramento em alguns dos principais segmentos do trimestre:
- Serviços de malote: 16,02%
- Transporte rodoviário de carga municipal: 11,52%
- Serviços de entrega rápida: 10,57%
- Serviço de transporte de passageiros – locação de automóveis com motorista: 10,28%
- Transporte rodoviário de carga intermunicipal/interestadual/internacional: 10,14%
- Promoção de vendas: 6,91%
- Outras atividades de ensino: 6,02%
- Restaurantes e similares: 5,90%
- Comércio varejista de vestuário e acessórios: 5,75%
- Cabeleireiros, manicure e pedicure: 5,15%
- Preparação de documentos e apoio administrativo: 4,81%
- Obras de alvenaria: 3,55%
A principal conclusão é que a logística não aparece apenas entre os setores que mais abrem, mas também entre os que mais fecham e entre os que exibem maior taxa inicial de baixa.
Isso sugere um mercado com forte entrada, mas também com elevada rotatividade empresarial.
Dentro desse grupo, o CNAE de serviços de malote chama especialmente atenção: ele está entre os maiores em abertura e apresenta a maior taxa inicial de encerramento entre os segmentos comparáveis do top 10.
A leitura mais provável é de um mercado aquecido, com baixa barreira de entrada e alta competição, no qual muitas empresas nascem, mas uma parcela relevante não consegue se sustentar rapidamente.
Estados que mais fecharam empresas abertas no trimestre
Em volume absoluto de baixadas, os estados com mais encerramentos foram:
- São Paulo: 27.870
- Minas Gerais: 10.058
- Rio de Janeiro: 8.065
- Paraná: 6.691
- Santa Catarina: 5.523
- Rio Grande do Sul: 5.293
- Bahia: 4.936
- Goiás: 4.229
- Ceará: 3.718
- Pernambuco: 3.318
Esse ranking acompanha, em grande parte, o peso dos estados na abertura de empresas. Novamente, a interpretação mais útil vem do cruzamento com a base de ativas.
Onde a taxa inicial de encerramento parece mais alta entre os principais estados
Ao comparar baixadas e ativas dentro dos estados que mais abriram empresas, surgem diferenças relevantes. A taxa inicial estimada de encerramento entre as empresas abertas no trimestre ficou aproximadamente em:
- Ceará: 8,04%
- Pernambuco: 7,03%
- Bahia: 6,91%
- Rio de Janeiro: 6,20%
- Goiás: 6,08%
- São Paulo: 5,85%
- Minas Gerais: 5,83%
- Paraná: 5,74%
- Santa Catarina: 5,66%
- Rio Grande do Sul: 5,62%
- Espírito Santo: 4,38%
- Mato Grosso: 3,74%
Esses resultados sugerem que, entre os grandes mercados, Ceará, Pernambuco e Bahia apresentam sinais de rotatividade inicial mais elevada, enquanto Mato Grosso e Espírito Santo aparecem com menor taxa de fechamento nesse recorte inicial.
Como esse dado ainda é de curto prazo, o melhor uso analítico aqui é identificar padrões de maior fragilidade operacional no início da vida do CNPJ, e não concluir sobre mortalidade definitiva do mercado em cada estado.
Perfil geral das empresas abertas no Brasil no 1º trimestre de 2026
O retrato da base ativa mostra um ecossistema empresarial jovem, leve e extremamente pulverizado.
Porte empresarial
- Microempresa: 1.423.279
- Médio/grande porte: 57.751
- Pequeno porte: 57.611
A dominância das microempresas é quase absoluta. Isso confirma que o trimestre foi puxado principalmente por negócios de pequena escala, baixa estrutura inicial e operação enxuta.
Opção pelo MEI
- Microempreendedor individual (MEI): 1.148.834
- Não optante pelo MEI: 390.704

Distribuição de empresas abertas ativas no primeiro trimestre de 2026 com opção pelo MEI. Fonte: Plataforma EmpresAqui
Isso significa que 75% das empresas abertas e ativas no trimestre são MEI.
É um dado central para interpretar o comportamento da coorte: o mercado está sendo abastecido majoritariamente por empresas de entrada, com estrutura tributária simplificada e maior propensão a operar com poucos recursos e baixa complexidade administrativa.
Atualmente, em relação ao total de empresas ativas no Brasil, a proporção de MEI está em 46,2% do Total.

Distribuição geral de empresas do tipo MEI entre empresas ativas no Brasil. Fonte: Infográfico EmpresAqui
Regime tributário
O painel indica ampla predominância do Simples Nacional, com 1.452.905 empresas, o que reforça o perfil de pequenos negócios e baixa complexidade tributária.
Faturamento estimado
A base é fortemente concentrada na faixa de menor faturamento:
- 1 a 81 mil: 1.148.834
- 81 mil a 3,6 milhões: 274.446
- 3,6 milhões a 4,8 milhões: 57.610
- 4,8 milhões a 20 milhões: 53.422
- 20 milhões a 50 milhões: 738
- 50 milhões a 10.000 milhões: 3.591
O principal sinal aqui é claro: o ciclo de abertura do trimestre foi predominantemente formado por empresas de baixo faturamento esperado, coerente com a forte presença de MEIs e microempresas.
Estrutura societária e cadastro
- Matriz: 1.509.643
- Filial: aproximadamente 2% da base
Esses indicadores são especialmente relevantes para prospecção, pois mostram uma base com nível muito alto de contato disponível e predominância de matrizes, o que tende a facilitar leitura comercial e abordagem.
Faixa etária dos sócios
Os grupos com maior incidência na base ativa foram:
- 31 a 40 anos: 139.457
- 41 a 50 anos: 111.382
- 21 a 30 anos: 100.474
- 51 a 60 anos: 54.064
Isso mostra que o empreendedor que mais abriu empresa no trimestre está majoritariamente entre 21 e 50 anos, com pico em 31 a 40 anos.
O que os dados contam sobre o Brasil empreendedor no início de 2026
A leitura combinada das duas bases aponta um Brasil empreendedor com cinco características centrais:
Forte impulso de formalização
O volume de mais de 1,63 milhão de empresas abertas no trimestre mostra que a formalização empresarial segue intensa, inclusive em atividades de baixa barreira de entrada.
Perfil majoritariamente pequeno e operacional
A dominância de microempresas, MEIs, Simples Nacional e baixo faturamento estimado sugere um ciclo de abertura concentrado em negócios enxutos, operacionais e de entrada rápida no mercado.
Concentração geográfica, mas com polos emergentes
São Paulo concentra o maior volume absoluto, mas municípios de Santa Catarina, Mato Grosso e interior paulista ganham destaque na densidade. Isso indica que a dinâmica empreendedora não está restrita às capitais tradicionais.
Logística e serviços entre os principais motores do trimestre
A presença recorrente de malote, transporte de carga e entrega rápida entre os maiores CNAEs do período sugere que a logística foi um dos grandes vetores de abertura empresarial no trimestre.
Abertura elevada não significa estabilidade elevada
Os mesmos segmentos que puxam abertura aparecem também entre os mais sujeitos a encerramento precoce. Isso indica um mercado de grande dinamismo, mas com alta taxa de seleção natural logo nos primeiros meses.
Oportunidades B2B reveladas por este relatório
Os dados do trimestre ajudam a revelar janelas concretas de oportunidade comercial.
Prospecção em empresas recém-abertas continua sendo uma das maiores oportunidades do B2B no Brasil
O universo de mais de 1,5 milhão de empresas abertas e ativas em apenas três meses mostra um fluxo massivo de novos CNPJs entrando no mercado.
Esse grupo tende a ter demandas imediatas por:
- serviços financeiros;
- tecnologia;
- contabilidade;
- marketing;
- capacitação;
- crédito;
- meios de pagamento;
- logística e seguros.
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O alto percentual de MEIs cria uma janela de venda orientada a simplificação
Se 75% da base é MEI, produtos e abordagens comerciais excessivamente complexos tendem a perder aderência.
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A logística é uma das maiores oportunidade, mas exige precisão de timing
Malote, transporte de carga e entrega rápida aparecem entre os maiores segmentos do trimestre. Ao mesmo tempo, exibem taxa inicial de encerramento elevada.
Isso significa que existe mercado, mas a janela comercial é mais curta. A abordagem B2B precisa ocorrer cedo, antes que parte dessas empresas desapareça da base.
Cidades densas em abertura podem gerar melhor eficiência comercial
Municípios como Itajaí, Palhoça, Balneário Camboriú, Florianópolis, Barueri e Sinop podem oferecer melhor retorno comercial por concentração relativa de novos negócios, mesmo quando não lideram em volume bruto nacional.
Conclusão
O 1º trimestre de 2026 mostrou um Brasil com abertura empresarial em escala muito elevada, forte presença de microempresas e MEIs, predominância de negócios de baixa estrutura inicial e participação relevante de serviços e logística entre os setores mais dinâmicos.
No total, foram identificadas 1.638.996 empresas abertas no trimestre, das quais 1.539.538 permaneciam ativas e 99.458 já haviam sido baixadas até a data de observação. A taxa inicial de encerramento de 6,07% ainda é preliminar, mas já mostra que o crescimento vem acompanhado de rotatividade relevante.
A análise por segmentos reforça que a logística foi um dos grandes motores do período, mas também um dos blocos mais voláteis da coorte.
A análise territorial mostra um país ainda concentrado em São Paulo no volume absoluto, mas com sinais de dinamismo proporcional em cidades do Sul, Centro-Oeste e interior.
Para pesquisa de mercado e prospecção B2B, o recado central é claro: o Brasil continua abrindo empresas em volume muito alto, mas a velocidade da abordagem importa.
Em um ambiente com grande entrada e seleção rápida, a capacidade de identificar cedo, priorizar bem e abordar no momento certo passa a ser uma vantagem competitiva real.
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Jamille Rocha
Jamille Rocha é diretora de Marketing & Growth e sócia do EmpresAqui, plataforma de dados e inteligência de mercado para prospecção B2B. Atua, com mais de 7 anos de experiência, na interseção entre estratégia, dados e crescimento, liderando iniciativas de aquisição e conversão para empresas orientadas por dados.
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